De Segunda a Sexta, 300 palavras por dia.

27
Ago 08

Knut e os seus companheiros não sabiam muito bem o que pensar. Nunca tinham visto nada parecido.
Em frente a eles, estava uma coisa que só podia ser descrita como uma espécie de escudo redondo, deitado. Mas era gigante! E estava a flutuar!
Seria uma prenda dos deuses? Quem mais senão os deuses de Asgard poderia fazer algo voar?
Subitamente, uma ranhura abriu-se no lado do objecto, e uma plataforma surgiu dela, ligando-se ao chão.
No topo da plataforma, surgiram quatro formas. Eram baixas demais para serem deuses, não tinham estatura para isso. Mas então que eram? Estavam de pé, como homens, por isso não podiam ser animais. Mas tinham a pele acinzentada, os olhos grandes e pretos, e uma cabeça enorme e oval. Não tinham nariz visível, e a boca era pouco mais que uma ranhura.
Nenhum dos homens conseguia compreender aquilo, e Knut mandou-os calar. As quatro... coisas... desceram a plataforma, e já no chão, uma delas olhou para Knut, e este ouviu uma frase. “Viemos em paz.”  Mas a frase não tinha saído dos lábios da coisa, tinha surgido directamente no cérebro de Knut! Era demais!
Com um grito, Knut puxou a sua espada, e de um gesto só, decepou a cabeça à coisa. Os restantes homens imitaram-no, e lançaram-se sobre as outras três coisas, que tentaram recuar para a plataforma. Uma delas  conseguiu, mas as outras foram eliminadas selvaticamente pelos homens. Assim que a coisa entrou no escudo, este fechou-se, e afastou-se rapidamente.
- Achas que foi buscar ajuda? -  perguntou um dos homens.
- Não. Fugiu, só. – respondeu Knut. – Mas eles que venham! Fazemos-lhes o mesmo que a estes, e ainda lhes enfiamos um ferro pelo cú acima, para aprenderem!
Todos se riram.
-  Mas não te preocupes. Acho que não voltarão por muito tempo...

publicado às 00:01
Autoria::

comentário:
Ugh!
Rui Diniz a 27 de Agosto de 2008 às 18:29

pesquisar neste blog
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO